Sobre Felipe Caltabiano Frauzino

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Após dedicar minha juventidade ao Rock & Roll e Poker profissionais, decidi me tornar um Agricultor Agroflorestal. Presto meus respeitos aos meus mestres Juã Pereira e Ernst Götsch que, sem tentar, me convenceram a tomar este caminho, no segundo semester de 2010. Por isso, agradeço. Hoje, 10 anos e um curso de Agronomia depois, eu planto - e ensino aqueles que desejam plantar - florestas. E colho comida.


Por que fiz isso? Porque me enche de satisfação participar positivamente de um ecossistema funcional. Ernst Götsch gosta de dizer: “As coisas não são para ser feitas, elas ESTÃO sendo feitas.”

Nossa espécie tomou um trem em movimento. Os processos de vida estão eternamente em ação, sempre buscando aproveitar ao máximo a energia solar que é fornecida à terra. As leis e princípios são dados e devem ser seguidos, SE queremos realizar a máxima disponibilidade de recursos em nossas vidas. É uma escolha. 

Eu gosto de contemplar a Natureza, e Agrofloresta é principalmente sobre a contemplação dos processos que movem a vida. E depois tomar parte ativa neles. Após trabalhar com vários agricultores nos últimos 6 anos, me impressiona que muitas pessoas não se dão conta disso. Alguns acham que agrofloresta é muito trabalho, outros acham que é uma questão de salvar o planeta. Mas, na realidade, é uma questão de ser eficaz e de gerenciar os recursos disponíveis de uma maneira inteligente. E estu aqui para convencê-lo de que agrofloresta é MENOS trabalho do que agricultura convencional. 

Agrofloresta é uma forma de otimizar aquilo que temos disponível. É uma forma de aproveitar ao máximo a energia solar que nos é dada abundantemente. É uma forma de tornar o ambiente à nossa volta mais rico, mais saudável, e mais bonito. E comer uma comida arretada de boa.